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Channel: Esposas Putas e Cornos Mansos
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Comi minha sogra

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Tenho uma sogra que, definitivamente, não gosta da própria filha. Acho que minha sogra explora a minha mulher se fazendo de vítima e de coitada. E a minha mulher sempre querendo fazer tudo para agradar a mãe que nunca se contenta com nada, está sempre se doando para chamar a atenção da mãe, sempre dando algum dinheiro, comprando coisas para ela, fazendo as coisas que são de responsabilidade da mãe, etc. Mas comigo a minha sogra sempre foi ótima. Sempre me elogiou (o que as vezes faz minha mulher ter ciumes de mim…).
Um belo dia, a pedido de minha mulher, vou na casa de minha sogra para instalar uma TV que ela tinha comprado (com o dinheiro que a minha mulher deu). Um calor infernal. Puxa estante para lá, tira a TV gigante da caixa, põe na estante, passa fio, liga no DVD, etc.
De repente ela fala: “Ah… meu filho… tá um calor danado… tira essa camiseta.” Foi o que fiz. Terminei o serviço pingando de suor. Testei tudo e avisei que tudo estava funcionando. Ele me trouxe uma toalha e me enxuguei. Ela tirou a toalha de minha mão e passou nas minhas costas com um jeito muito carinhoso. Depois me disse: “Senta, meu filho. Vou pegar um suco para você”. Sentei ao sofá e fiquei admirando o meu trabalho.
Minha sogra não é uma gostosona. É uma senhorinha simples, destas que nem se notam. Se estivesse em uma feira livre seria apenas mais uma senhora com suas roupas soltas e floridas.
Agora é que começa a parte estranha. Ela trouxe o suco para mim e se sentou do meu lado. E começou a dizer: “Olha, o que você faz pela minha filha não tem agradecimento no mundo que pague… Você ajuda toda a família, deu emprego para a A (minha cunhada) que tanto precisava, que Deus te pague em dobro, etc. Achei bacana ela falar tudo, mas como sou pé atras com ela, por causa da minha mulher, não morri de encantos. E depois a dona L colocou a mão dela na minha coxa. E ficou repetindo, enquanto acariciava minha coxa. Não sei como te agradecer… E o improvável aconteceu. A mão dela foi parar sobre o meu pau. Eu me assustei e ela disse: “Calma, meu filho… Deixa eu fazer você relaxar”. E a mão dela ia do saco até a cabeça do meu pau, por dentro da calça. Eu segurei a mão dela e tirei de cima do meu pau. Ela voltou e disse: “Calma… calma…”. A merda é que comecei a ficar com tesão. E pica foi ficando dura por dentro da calça aí fodeu… Minha sogra desabotoa minha calça, põe meu pau pra fora, já nítido de tesão e massageia minhas bolas. Eu paralisado olhando tudo. Meu pau ficando roxo, com as veias saltadas. De repente ela dá uma risada e diz: “Eita, pintão” e continua a massagear o danado. Eu disse: “Dona L, é melhor parar…” E ela disse: “Calma meu filho…” enquanto isso ia batendo uma pra mim. E dizia com a voz quase sussurrando: “Isso… relaxa…”. A cabeça da minha rola estava vermelho escura, latejando. Naquele momento eu só precisava é de uma buceta qualquer, uma boca qualquer. Não havia censura. Botei a mão na cabeça dela e levei a boca dela até meu pau. Ela chupava um pouco e passava a ponta da língua na glande. Enquanto me masturbava ficava com a linguinha na cabeça do meu pau. Já tava ali mesmo, arranquei os peitos dela pra fora e fiquei mamando, e ela me olhava com cara de quem esta amamentando, acariciando meu rosto. Seios bem caídos, bicos escuros. Arranquei a minha roupa e a roupa dela e já era. Esqueci de tudo. Esqueci que ela é mãe da minha mulher, esqueci que ela é uma senhorinha. A única coisa que queira era dar uma gozada. Falei: vamos para o seu quarto. Ela se deitou de pernas abertas, olhando para mim, de pica dura e disse: “Vem logo, meu filho, vem logo…” Fui metendo o cacete dentro daquele corpo num papai e mamãe bem intenso. A mulher de repente começou a falar umas sacanagens: “Mete na bucetinha, mete na bucetinha, mete gostoso, mete gostoso”. Fui bombando forte na velha e ela me abraçando e falando para eu meter: “Mete, mete, mete mais…”. Pronto! Descarreguei toda a porra produzida nas últimas 12 horas (havia comido minha mulher algumas horas antes) dentro da boceta de minha sogra. Alívio… que delícia dar uma bela gozada. Mal o pau começou a amolecer e eu já estava arrependido. Que merda que eu fui fazer… Deitei do lado dela na cama de solteiro (ela é viúva). Fui para o banheiro meio cabisbaixo, olhei no espelho e não tinha coragem de sair dali. De repente ouço a voz dela: “Tem toalha para você neste armário de baixo da pia, meu filho”. Tomei um banho, me enrolei na toalha e fui para o quarto onde ela estava. “Calma… Calma… Senta aqui… Tá arrependido?” Eu respondi: “Estou confuso”. E ela retrucou: “O importante é você continuar tratando bem a minha filha” e puxou a minha toalha e foi acariciar o meu pau novamente. Que ficou duro de novo. Deitei novamente e ela ficou sentada me masturbando, até que o pau ficou pronto e ela continuou a me masturbar. Mão pra cima, mão pra baixo e um pequeno jato de porra vai para minha barriga. E um pequeno filete ficou escorrendo pra fora. A mão da Dona L ainda se movimentava até a última gotinha findar. “Eita porrão, meu filho…”.

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