Olá amigos, nossa história começa em um dia que cheguei em casa de tarde para a noite e minha esposa estava conversando com a mulher que a ajuda fazer faxina na nossa casa. Quando entrei pelo portão, percebi que papo estava bem animado, pois as duas riam muito, quando entrei em casa elas ficaram meio sem graça e mudaram o assunto delas.
Mais tarde, perguntei a minha esposa o que elas conversavam que as deixavam tão animadas, então ela me disse que a Sebastiana( a mulher que a ajuda na limpeza lá de casa), chegou para a faxina reclamando que estava muito cansada, e que o marido estava desempregado, e ela além de fazer faxina diariamente, ainda tinha que transar com ele todas as noites, até tarde, e ela falou ainda que ele tem o pau muito grande e adora sexo anal. Eu falei assim para minha esposa, que tinha pena dela e que se eu soubesse de alguma coisa tentaria ajudar, arrumando um serviço para o marido dela.
Na noite do dia seguinte, falei para minha esposa, que no sábado, estava pensando em dar uma limpeza no quintal de casa, e pensei em chamar o marido da Sebastiana para ajudar, se tinha como ela ligar para a Sebastiana e combinar com ele para sábado. Minha esposa disse que sim, que no outro dia ligaria e combinaria tudo, isso foi numa terça feira. Na quarta, cheguei em casa e flagrei a Adélia (minha esposa), na sala de televisão, se masturbando e assistindo a um filme pornô, em que um negão fode o rabo de uma loirinha com uma pegada daquelas, não deixei que ela me visse, e fiquei quietinho, prá não tirar a concentração dela. Ai depois de uns quinze minutos, quando percebi que ela já havia gozado, fiz barulho como se estivesse chegando em casa naquela hora. Perguntei a ela se estava tudo bem e ela me respondeu que sim, que tinha ligado para a Sebastiana e que já estava tudo certo, o marido dela viria no sábado. Na quinta e na sexta feira, fiz questão de chegar em silêncio, e também nestes dois dias a Adélia se masturbava vendo filmes pornôs em que tinha um caralhudo comendo uma mulher.
No sábado , o Antônio chegou as 7 da manhã, ele é um negão de 1,95 de altura, bem forte e musculoso, nos apresentamos, e eu ví que a Adélia, ficou desconcertada com a presença dele em nossa casa, pois ela não parava de olhar para ele, e de vez em quando dava uma olhada em direção a virilha dele, acho que tentando imaginar o tamanho da ferramenta que a Sebastiana tinha que aguentar. E a manhã foi assim, a gente trabalhando, limpando o quintal, capinando os matos e retirando algum entulho e colocando na caçamba na rua, e como o sol estava muito quente, acabamos que eu e o Antônio, ficamos sem camisa, e deu para ver que ele era bem forte mesmo. Umas três vezes a Adélia, levou agua e suco para gente não nos desidratarmos e refrescar do calor, e reparei que ao se aproximar do Antonio, ela estava ficando muito excitada, pois os bicos do seu seios ficaram apontado na blusa, e ela instintivamente olhava para a direção do pau dele, ainda mais ao ter a visão daquele negro forte e sem camisa, brilhando de suor, acho que o cheiro dele estava mexendo com ela.
Após umas cinco horas de serviço, acabamos com tudo o que tinha para fazer lá em casa, então a Adélia nos chama para almoçar, nos sentamos a mesa e conversamos animadamente, falamos de algumas coisas triviais, perguntei a Antônio, o que ele fazia e coisas do tipo. Após terminar o almoço, fomos para a varanda de casa e continuamos a conversa, a Adélia fez um cafezinho, nos serviu e ficou lá também batendo papo com a gente, perguntei a Antônio quanto era o serviço e ele disse que se fosse o olhar como éramos simpáticos e o tratamos tão bem , que ele não cobraria nada, pela amizade que estava fazendo com a gente, e por eu ser tão legal e a Adélia ser tão bonita e atenciosa, que ficaria a critério da gente o valor do serviço.
Pagamos a Antônio um valor que o deixou satisfeito, e ai eu disse a ele, que sábado era o dia em que eu gostava de tomar uma cerveja e uma caipirinha com a Adélia, se ele não queria ficar mais um pouco e nos acompanhar, aceito o convite por ele, eu pedi a Adélia para ir preparar a caipirinha, que eu e Antônio iriamos ao bar da esquina buscar a cerveja, pois ele iria nos acompanhar naquela tarde de sábado, quando Adélia ouviu isso, ficou totalmente excitada com a surpresa e foi para a cozinha. Então fomos ao bar e quando voltamos, qual não foi minha surpresa, ao ver que a Adélia tinha trocado de roupa, ela que estava de calça jeans e blusa, havia trocado por um vestidinho de algodão bem fininho, de alcinha e decotado, que batia na altura das coxas, ela estava deliciosa, e assim como eu o Antônio notou também. Entramos em casa e colocamos a cerveja na geladeira e fomos para a varanda dos fundos, assim que nos sentamos, Adélia trouxe caipirinha para nós três, começamos a beber e fomos aos poucos ficando descontraídos, com Adélia se soltando muito rapidamente por causa da caipirinha, e algum tempo depois, começamos a misturar a cerveja com caipirinha e Adélia se soltou de vez e para nossa surpresa, disse a Antônio, que ele tinha que ser mais camarada com a Sebastiana e não cansa-la muito, e ele perguntou o que ela havia dito para ela, que a fazia pensar isso, nisso Adélia totalmente excitada, fala para ele,( parecia que eu nem era o marido dela e estava ali, e apesar de saber que rumo aquela conversa tomaria, eu também estava excitado com a situação),que ela reclamava que ela tinha que transar com ele até tarde da noite e no outro dia ela tinha que trabalhar, Antônio meio sem jeito responde que não tinha culpa de sentir tesão direto(ele também estava se excitando, pude ver pelo volume que estava formando na sua calça),Adélia já dava mostras que iria se entregar para ele, pois ela já estava quase caindo em cima dele e seus seios já quase apareciam pelo decote do vestido, ai ela foi direta com ele e disse que ela havia falado que a Sebastiana não estava aguentando, pois segundo ela(Sebastiana), ele tinha a pica grande e gostava de sexo anal, Antônio respondeu que a Sebastiana gostava muito, a minha esposa totalmente despudorada de um jeito que eu ainda não havia visto em minha vida fala para ele que queria ver o tamanho do pau dele, ele pergunta se ela não está ficando doida, e olha para mim meio sem jeito, Adélia me olha com cara de tesão e me pergunta se podia só olhar o tamanho do pau do Antônio, eu disse que sim (nessas alturas, eu queria que ela estivesse metendo com ele já), que ela podia olhar sim, Adélia pediu a Antônio para colocar seu pau para fora, ele abriu o zíper da calça e colocou uma verdadeira anaconda para fora, tanto eu quanto Adélia ficamos espantados com o tamanho, a grossura e a cor daquela pica, Adélia então se abaixou e começou a chupar o pau do Antônio, chupava com gosto, esforçava para colocar aquela jeba na boca, tentava engolir tudo mas era muito grande, Antônio gemia com o boquete que Adélia fazia nele, ia da cabeça aos bagos e dava atenção especial a eles, botando um de cada vez na boca, minha esposa estava alucinada com o pau do Antônio, ficou uma meia hora chupando aquele pau, dai Antônio, a despiu totalmente, e ela estava com a boceta encharcada e Antônio chupou ela também e eu aproveitei e dei meu pau para a Adélia chupar também, e enquanto ela me chupava Antônio a fazia ir ao céus com aquela língua dele, dai a pouco ela pediu para ele fodê-la, Antônio a colocou de quatro no sofá, e eu me posicionei atrás dos dois pois queria ver aquela rola enorme abrir a buceta da Adélia, quando ele começou a penetrá-la, foi uma visão deliciosa, eu agachado ali e Antônio a penetrando, quando Adélia sentiu a cabeça da rola dele começar a entra na sua buceta ela deu um gemido de prazer muito gostoso de ouvir, Adélia pede a ele para fazer com ela igual ele faz com a Sebastiana, então Antônio a manda preparar pois ela irá sofre muito na rola dele, e começa a foder a minha esposa com muita força e velocidade, socando com força aquela pica enorme na buceta dela, Adélia dispara numa gemeção e acho que ela goza muito rapidamente e tem orgasmo atrás de orgasmo, e começa a ficar com as pernas bambas e pede para descansar um pouco, mas Antônio não dá moleza para ela e fala assim, você num queria igual eu faço com a Sebastiana, agora aguenta, pois vadia prá trepar comigo tem que aguentar minha rola o tempo que eu quiser sem reclamar e continuou socando a pica na buceta dela, minha esposa gemia cada vez mais e dizia estar adorando a rola dele, Antônio então fala com ela prá se preparar , pois ele irá comer o cuzinho dela, confesso que eu temí pelo rabo de minha esposa, pois o Antônio era muito exagerado no tamanho e grossura de pau, prá piorar pró lado dela como meu pau não é grande, nem grosso eu comi o rabo dela poucas vezes e nunca precisou de lubrificante, Antônio tirou o pau da buceta dela e deu apenas uma cuspida no cu da minha esposa e começou a penetrá-la, foi muito dolorido, mas Antônio sabia o que fazia, e aos poucos meteu toda aquela anaconda no rabo dela, esperou só um segundinho para que ela se recuperasse do estrago, e acostumasse com a dor , e começou a movimentar no rabo dela, minha esposa gemia de dor e prazer, não dizia coisa com coisa, e o Antônio metendo com força nela, socava o pau no cuzinho dela que os bagos dele batia na bunda e fazia aquele barulho, característico de uma foda bem tirada, nesse momento eu vou para a frente e ponho minha rola na boca de minha esposa, e gozo rapidinho, esporrando tudo na cara de Adélia, Adélia continua aguentando o pau de Antônio no rabo, Antônio aumenta a velocidade e xingando Adélia de tudo enquanto é nome, enche o cú de Adélia de porra, assim que goza, ele desaba por cima dela e pergunta se ela gostou de ajudar a Sebastiana , ela diz que sim, ela se vira por baixo dele e os dois se beijam na boca. Alguns minutos depois Antônio, manda Adélia chupar o pau dele de novo, e Adélia obedece e em alguns segundos ele já está de pau duro de novo, e agora põe Adélia na posição de galinha assada e a penetra novamente, e iniciam outra sessão de sexo selvagem, Antônio é muito forte e não parece se cansar fácil, e vai bombando na buceta dela, que geme muito e goza alucinadamente naquela rola enorme, uns quinze minutos depois Antônio anuncia novo gozo inundando a buceta dela de porra, quando ele tira o pau de dentro de minha esposa, escorre um monte de porra pelas pernas dela manchando o sofá, Antônio manda a minha esposa limpar o pau dele e Adélia chupa o cacete de Antônio para finalizar a gozada, Adélia deixa o pau dele limpinho. Ai todos paramos para relaxar e voltamos a tomar cerveja, continuamos nosso papo dizendo como foi delicioso tudo o que fizemos, e Adélia diz que nunca gozou tanto na vida dela, e Antônio fala que hoje ele não pode gastar toda a porra dele com ela não pois tinha que transar ainda com Sebastiana a noite. Depois disso, Antônio foi tomar um banho, e Adélia fez questão de acompanha-lo, apesar de os dois não transarem mas eles namoraram e sarraram muito lá dentro. Combinamos de nos ver mais vezes ao nos despedirmos de Antônio.
A partir desse dia Adélia ficou muito melhor na cama, além de estar viciada em dar para negros de cacete grande, quando saímos ela sempre pôe roupas provocantes e não usa mais calcinha e sutiã, para o caso de arrumar um macho para fodê-la rapidinho na rua. Quanto a Antônio, toda vez que a Sebastiana viaja, ele dorme lá em casa e fode a Adélia até tarde da noite. abraços e até a próxima.
Mais tarde, perguntei a minha esposa o que elas conversavam que as deixavam tão animadas, então ela me disse que a Sebastiana( a mulher que a ajuda na limpeza lá de casa), chegou para a faxina reclamando que estava muito cansada, e que o marido estava desempregado, e ela além de fazer faxina diariamente, ainda tinha que transar com ele todas as noites, até tarde, e ela falou ainda que ele tem o pau muito grande e adora sexo anal. Eu falei assim para minha esposa, que tinha pena dela e que se eu soubesse de alguma coisa tentaria ajudar, arrumando um serviço para o marido dela.
Na noite do dia seguinte, falei para minha esposa, que no sábado, estava pensando em dar uma limpeza no quintal de casa, e pensei em chamar o marido da Sebastiana para ajudar, se tinha como ela ligar para a Sebastiana e combinar com ele para sábado. Minha esposa disse que sim, que no outro dia ligaria e combinaria tudo, isso foi numa terça feira. Na quarta, cheguei em casa e flagrei a Adélia (minha esposa), na sala de televisão, se masturbando e assistindo a um filme pornô, em que um negão fode o rabo de uma loirinha com uma pegada daquelas, não deixei que ela me visse, e fiquei quietinho, prá não tirar a concentração dela. Ai depois de uns quinze minutos, quando percebi que ela já havia gozado, fiz barulho como se estivesse chegando em casa naquela hora. Perguntei a ela se estava tudo bem e ela me respondeu que sim, que tinha ligado para a Sebastiana e que já estava tudo certo, o marido dela viria no sábado. Na quinta e na sexta feira, fiz questão de chegar em silêncio, e também nestes dois dias a Adélia se masturbava vendo filmes pornôs em que tinha um caralhudo comendo uma mulher.
No sábado , o Antônio chegou as 7 da manhã, ele é um negão de 1,95 de altura, bem forte e musculoso, nos apresentamos, e eu ví que a Adélia, ficou desconcertada com a presença dele em nossa casa, pois ela não parava de olhar para ele, e de vez em quando dava uma olhada em direção a virilha dele, acho que tentando imaginar o tamanho da ferramenta que a Sebastiana tinha que aguentar. E a manhã foi assim, a gente trabalhando, limpando o quintal, capinando os matos e retirando algum entulho e colocando na caçamba na rua, e como o sol estava muito quente, acabamos que eu e o Antônio, ficamos sem camisa, e deu para ver que ele era bem forte mesmo. Umas três vezes a Adélia, levou agua e suco para gente não nos desidratarmos e refrescar do calor, e reparei que ao se aproximar do Antonio, ela estava ficando muito excitada, pois os bicos do seu seios ficaram apontado na blusa, e ela instintivamente olhava para a direção do pau dele, ainda mais ao ter a visão daquele negro forte e sem camisa, brilhando de suor, acho que o cheiro dele estava mexendo com ela.
Após umas cinco horas de serviço, acabamos com tudo o que tinha para fazer lá em casa, então a Adélia nos chama para almoçar, nos sentamos a mesa e conversamos animadamente, falamos de algumas coisas triviais, perguntei a Antônio, o que ele fazia e coisas do tipo. Após terminar o almoço, fomos para a varanda de casa e continuamos a conversa, a Adélia fez um cafezinho, nos serviu e ficou lá também batendo papo com a gente, perguntei a Antônio quanto era o serviço e ele disse que se fosse o olhar como éramos simpáticos e o tratamos tão bem , que ele não cobraria nada, pela amizade que estava fazendo com a gente, e por eu ser tão legal e a Adélia ser tão bonita e atenciosa, que ficaria a critério da gente o valor do serviço.
Pagamos a Antônio um valor que o deixou satisfeito, e ai eu disse a ele, que sábado era o dia em que eu gostava de tomar uma cerveja e uma caipirinha com a Adélia, se ele não queria ficar mais um pouco e nos acompanhar, aceito o convite por ele, eu pedi a Adélia para ir preparar a caipirinha, que eu e Antônio iriamos ao bar da esquina buscar a cerveja, pois ele iria nos acompanhar naquela tarde de sábado, quando Adélia ouviu isso, ficou totalmente excitada com a surpresa e foi para a cozinha. Então fomos ao bar e quando voltamos, qual não foi minha surpresa, ao ver que a Adélia tinha trocado de roupa, ela que estava de calça jeans e blusa, havia trocado por um vestidinho de algodão bem fininho, de alcinha e decotado, que batia na altura das coxas, ela estava deliciosa, e assim como eu o Antônio notou também. Entramos em casa e colocamos a cerveja na geladeira e fomos para a varanda dos fundos, assim que nos sentamos, Adélia trouxe caipirinha para nós três, começamos a beber e fomos aos poucos ficando descontraídos, com Adélia se soltando muito rapidamente por causa da caipirinha, e algum tempo depois, começamos a misturar a cerveja com caipirinha e Adélia se soltou de vez e para nossa surpresa, disse a Antônio, que ele tinha que ser mais camarada com a Sebastiana e não cansa-la muito, e ele perguntou o que ela havia dito para ela, que a fazia pensar isso, nisso Adélia totalmente excitada, fala para ele,( parecia que eu nem era o marido dela e estava ali, e apesar de saber que rumo aquela conversa tomaria, eu também estava excitado com a situação),que ela reclamava que ela tinha que transar com ele até tarde da noite e no outro dia ela tinha que trabalhar, Antônio meio sem jeito responde que não tinha culpa de sentir tesão direto(ele também estava se excitando, pude ver pelo volume que estava formando na sua calça),Adélia já dava mostras que iria se entregar para ele, pois ela já estava quase caindo em cima dele e seus seios já quase apareciam pelo decote do vestido, ai ela foi direta com ele e disse que ela havia falado que a Sebastiana não estava aguentando, pois segundo ela(Sebastiana), ele tinha a pica grande e gostava de sexo anal, Antônio respondeu que a Sebastiana gostava muito, a minha esposa totalmente despudorada de um jeito que eu ainda não havia visto em minha vida fala para ele que queria ver o tamanho do pau dele, ele pergunta se ela não está ficando doida, e olha para mim meio sem jeito, Adélia me olha com cara de tesão e me pergunta se podia só olhar o tamanho do pau do Antônio, eu disse que sim (nessas alturas, eu queria que ela estivesse metendo com ele já), que ela podia olhar sim, Adélia pediu a Antônio para colocar seu pau para fora, ele abriu o zíper da calça e colocou uma verdadeira anaconda para fora, tanto eu quanto Adélia ficamos espantados com o tamanho, a grossura e a cor daquela pica, Adélia então se abaixou e começou a chupar o pau do Antônio, chupava com gosto, esforçava para colocar aquela jeba na boca, tentava engolir tudo mas era muito grande, Antônio gemia com o boquete que Adélia fazia nele, ia da cabeça aos bagos e dava atenção especial a eles, botando um de cada vez na boca, minha esposa estava alucinada com o pau do Antônio, ficou uma meia hora chupando aquele pau, dai Antônio, a despiu totalmente, e ela estava com a boceta encharcada e Antônio chupou ela também e eu aproveitei e dei meu pau para a Adélia chupar também, e enquanto ela me chupava Antônio a fazia ir ao céus com aquela língua dele, dai a pouco ela pediu para ele fodê-la, Antônio a colocou de quatro no sofá, e eu me posicionei atrás dos dois pois queria ver aquela rola enorme abrir a buceta da Adélia, quando ele começou a penetrá-la, foi uma visão deliciosa, eu agachado ali e Antônio a penetrando, quando Adélia sentiu a cabeça da rola dele começar a entra na sua buceta ela deu um gemido de prazer muito gostoso de ouvir, Adélia pede a ele para fazer com ela igual ele faz com a Sebastiana, então Antônio a manda preparar pois ela irá sofre muito na rola dele, e começa a foder a minha esposa com muita força e velocidade, socando com força aquela pica enorme na buceta dela, Adélia dispara numa gemeção e acho que ela goza muito rapidamente e tem orgasmo atrás de orgasmo, e começa a ficar com as pernas bambas e pede para descansar um pouco, mas Antônio não dá moleza para ela e fala assim, você num queria igual eu faço com a Sebastiana, agora aguenta, pois vadia prá trepar comigo tem que aguentar minha rola o tempo que eu quiser sem reclamar e continuou socando a pica na buceta dela, minha esposa gemia cada vez mais e dizia estar adorando a rola dele, Antônio então fala com ela prá se preparar , pois ele irá comer o cuzinho dela, confesso que eu temí pelo rabo de minha esposa, pois o Antônio era muito exagerado no tamanho e grossura de pau, prá piorar pró lado dela como meu pau não é grande, nem grosso eu comi o rabo dela poucas vezes e nunca precisou de lubrificante, Antônio tirou o pau da buceta dela e deu apenas uma cuspida no cu da minha esposa e começou a penetrá-la, foi muito dolorido, mas Antônio sabia o que fazia, e aos poucos meteu toda aquela anaconda no rabo dela, esperou só um segundinho para que ela se recuperasse do estrago, e acostumasse com a dor , e começou a movimentar no rabo dela, minha esposa gemia de dor e prazer, não dizia coisa com coisa, e o Antônio metendo com força nela, socava o pau no cuzinho dela que os bagos dele batia na bunda e fazia aquele barulho, característico de uma foda bem tirada, nesse momento eu vou para a frente e ponho minha rola na boca de minha esposa, e gozo rapidinho, esporrando tudo na cara de Adélia, Adélia continua aguentando o pau de Antônio no rabo, Antônio aumenta a velocidade e xingando Adélia de tudo enquanto é nome, enche o cú de Adélia de porra, assim que goza, ele desaba por cima dela e pergunta se ela gostou de ajudar a Sebastiana , ela diz que sim, ela se vira por baixo dele e os dois se beijam na boca. Alguns minutos depois Antônio, manda Adélia chupar o pau dele de novo, e Adélia obedece e em alguns segundos ele já está de pau duro de novo, e agora põe Adélia na posição de galinha assada e a penetra novamente, e iniciam outra sessão de sexo selvagem, Antônio é muito forte e não parece se cansar fácil, e vai bombando na buceta dela, que geme muito e goza alucinadamente naquela rola enorme, uns quinze minutos depois Antônio anuncia novo gozo inundando a buceta dela de porra, quando ele tira o pau de dentro de minha esposa, escorre um monte de porra pelas pernas dela manchando o sofá, Antônio manda a minha esposa limpar o pau dele e Adélia chupa o cacete de Antônio para finalizar a gozada, Adélia deixa o pau dele limpinho. Ai todos paramos para relaxar e voltamos a tomar cerveja, continuamos nosso papo dizendo como foi delicioso tudo o que fizemos, e Adélia diz que nunca gozou tanto na vida dela, e Antônio fala que hoje ele não pode gastar toda a porra dele com ela não pois tinha que transar ainda com Sebastiana a noite. Depois disso, Antônio foi tomar um banho, e Adélia fez questão de acompanha-lo, apesar de os dois não transarem mas eles namoraram e sarraram muito lá dentro. Combinamos de nos ver mais vezes ao nos despedirmos de Antônio.
A partir desse dia Adélia ficou muito melhor na cama, além de estar viciada em dar para negros de cacete grande, quando saímos ela sempre pôe roupas provocantes e não usa mais calcinha e sutiã, para o caso de arrumar um macho para fodê-la rapidinho na rua. Quanto a Antônio, toda vez que a Sebastiana viaja, ele dorme lá em casa e fode a Adélia até tarde da noite. abraços e até a próxima.
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